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ATENÇÃO! A VENDA Livro Fotográfico/Histórico: " Fotos contam uma história de Portugal em Pelotas"

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A Agência da Arte atuou no mercado de Pelotas de 2005 ha 2016, abrangendo diversas áreas das artes, divulgação, exposição e venda; na área publicitária, com design, criação de logomarcas, capas para livros, cds, dvds, encartes, folders, receituário, cardápios, etc... como diferencial a possibilidade na execução da fotografia publicitária para seus encartes, obtendo um trabalho único. Mantendo contatos na área de web design e design arquitetônico e mobiliário todos altamente capacitados e com um grande catálogo de clientes. Até 2014 ministrava aulas de pintura em tela.

Hoje por motivo de saúde mudamos para a cidade de Passo Fundo em local harmonizado com a natureza. Continua o projeto com pintura em tela, fotografia publicitária, design e criação.

Caso precisem de suporte nesta área, contacte-nos por e-mail ou telefone que teremos o maior prazer em atendê-lo.

26 junho 2008

Whorkshop Fotografia e Photoshop


Ministrante Fernando Duran, formação em fotografia pelo Foto Cine Clube Gaúcho (RS e pela Escola de Belas Artes de Barcelona...

Cronograma - aulas aos sábados

Workshop de Fotografia - das 8 às 12h e das 14 às 18h
1ª Etapa 19/07/2008
2ª Etapa 26/07/2008
3ª Etapa 02/08/2008

Workshop de Photoshop - das 9 às 12h e das 14 às 19h
4ª Etapa 09/08/2008

Valor Workshop de Fotografia: R$ 100,00
Valor Workshop de Photoshop: R$ 75,00
Valor Workshop de Fotografia + Photoshop: R$ 150,00

Desc p/sócios do Pelotas FotoClube R$ 25,00

Forma PG: 6x no cartão do Shopping ModaMais ou 2 x no cheque.

Inscrições
Agência da Arte - Rua Padre Anchieta, 3051 - das 14 às 18h
Chip 7 Informática - Rua Gonçalves Chaves, 707 - das 9h às 12 e das 14 às 20h
Moda Mais - www.shopping.modamais.com.br

Período de Inscrição: 23 de junho a 16 de julho/2008
Vagas Limitas

Apoio
UFPel, Pelotas FotoClube, Agência da Arte, Chip 7 e ModaMais

24 junho 2008

DICAS Fotográficas

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Conheça os filtros fotográficos
By Techfotos
Criado 11/16/2007 - 10:06
Na fotografia em preto e branco as vezes os contrastes não se apresentam de acordo com as cores naturais. Para compensar estas distorções podemos fazer uso de filtros coloridos para correção dos contrastes. Mas também podemos usar os filtros para conseguir-mos efeitos os mais diferentes.
Vejamos alguns filtros coloridos e os principais resultados da sua utilização:
Amarelo: quando a cena inclui o céu, este será escurecido e assim haverá o destaque das nuvens.
Verde: também escurece o céu, e deixa os tons da vegetação claros.
Vermelho: aumenta os contrastes, escurece o céu em maior proporção do que o filtro amarelo e se for vermelho escuro o tom do céu se tornará quase negro dando um aspecto dramático ao mesmo.
Azul: muito usado para aumentar a névoa da paisagem.
Polarizador: Usado principalmente para eliminar ou diminuir os reflexos em vidros, metais ou água.
Densidade neutra: utilizado quando necessitamos reduzir a quantidade de luz da foto, no caso de estarmos utilizando filmes de alta sensibilidade (400ASA ou mais) em condições de sol intenso.
Ultravioleta: apresenta ótimos resultados quando se deseja eliminar a névoa em fotos de natureza, melhorando assim a nitidez da imagem.
autor: Prof. Valter FrançaArte Digital e Fotografia - Valter França / Juiz de Fora / Mg
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CONCEITOS BÁSICOS DA FOTOGRAFIA
Fotografia é uma coisa muito legal, que sempre gostei muito. Muita gente também gosta, mas não tem muita noção dos fatores técnicos envolvidos, então eu vou fazer esse tópico para dar uma "luz" a mais, e ajudar quem não souber muita coisa a explorar ainda mais esse campo. É claro, quem tiver uma câmera profissional, ou algo como uma "semi-profissional", terá mais liberdade de configurações, mas entendendo um pouco do básico, qualquer um, em qualquer câmera compacta amadora, terá condições de explorar um pouco mais dessa técnica.
Pra começar, um esclarecimento. Não vou abordar aqui os assuntos em toda a sua complexidade. Minha idéia, por enquanto, é dar uma luz inicial aos iniciantes semi-leigos ou totalmente leigos . Quem já tiver alguma noção além disso, ou qualquer tipo de dúvida e quiser esclarecimentos mais aprofundados, só postar aí e a gente explora mais o ponto que gerou mais interesse. Não me importo se quiserem usar msn, mas eu recomendaria que vocês preferissem o fórum para que todos possam ter contato.
Eu diria que o bom resultado fotográfico é, em grande parte, talvez pra lá dos 80%, devido à criatividade do fotógrafo. Os outros 20% vão para qualidade do equipamento, conhecimento técnico de quem fotografa e também, é claro, SORTE.
Criatividade a gente desenvolve com o tempo. Senso artístico. Percepção. Qualidade de equipamento é um assunto à parte que não vem ao caso agora (pode ser um assunto posterior).
Sorte... Essa ninguém entende. Conhecimento técnico é a única parte que a gente vai explorar um pouco agora. Vamos ver um pouco de cada parâmetro básico que podemos controlar numa fotografia.
Para começar, vamos começar com o que todo mundo já sabe. Fotografia é nada mais que "captura de luz". Ou vai ser usado um filme sensível a isso ou um sensor digital. Podemos entrar em detalhes do funcionamento de cada um mais tarde, mas isso não vai fazer muita diferença, por enquanto, nas suas primeiras experiências. O que concluímos daí, então? Precisamos deixar a luz passar até o nosso filme/sensor.Nesse processo, os principais parâmetros que estão envolvidos, e que você pode controlar (dependendo, é claro, do seu instrumento) são:
1) Sensibilidade do filme ou sensor
Este é o famoso ISO. Antigamente usava-se ASA. Apenas siglas de associações de padronização de procedimentos. Nada muito importante. Quanto maior o número, mais sensível à luz. Em filmes, grãos maiores. De forma resumida, o que você precisa saber, na prática, sobre isso?
a) Quanto maior é o número, menos luz você precisa para ter uma imagem visível capturada. Por outro lado, a imagem é menos precisa.
b) Quanto menor, mais luz você precisa para ter uma imagem visível. Por outro lado, a imagem é mais precisa.
O que se conclui, preliminarmente, disso? Iso alto para fotos em ambientes escuros e iso baixo para fotos em ambientes claros. Para o uso comum, considere esse "alto ou baixo" a que me refiro como ISO no intervalo 100 a 400. Fora disso já são condições especiais.
Mas e aí? Vou tirar uma foto à noite, numa rua escura. Basta usar um ISO alto? Tipo uns 2000? 3000? Pode. Dependendo das condições pode até resolver uma parte do seu problema, mas independentemente das condições você cria um outro problema. Imagens de ISO alto são o que chamamos de granuladas. Você vê a imagem como se fosse um "chuvisco". Pode ser indesejável ou, para um tom artístico, muito interessante. Depende do que você vai fazer.
Sensibilidade baixa, ISO com valores baixos, são usadas para fotos de alta definição. Muito comum em macros (não confundam com os falsos macros, vamos falar disso mais pra frente), ou qualquer outra coisa que requeira alta definição de cores, nitidez (embora isso dependa muito da qualidade das lentes) etc. A dificuldade está na obtenção da luz necessária. O filme/sensor é menos sensível, então ele precisa ficar mais tempo exposto à luz ou exposto a uma intensidade maior de luz. Nem sempre, por limitações práticas, é possível. Vocês encontram um uso muito comum para fotos, por exemplo, de detalhes pequenos de equipamentos, fotos de flores, fotos de coleções de moedas. Coisas assim, entre muitas outras.
O resumo, são os itens a e b acima. É só balancear seus interesses.
2) Obturador
Essa é a pecinha que controla o abre e fecha da cortina que cobre a passagem de luz para o seu filme/sensor. Durante todo o tempo essa passagem está fechada. No instante da captura da imagem ela se abre, fica um tempo aberta para que a luz possa entrar, e depois fecha. O que você controla dele? O tempo que ele permanece aberto, popularmente conhecido como Tempo de Exposição. Ou seja, o tempo durante o qual o filme permanece exposto à luz. Nome intuitivo, não?
A questão aqui é simples. Vamos considerar que a intensidade da luz seja constante. Quanto mais tempo a cortina fica aberta, mais luz chega no filme/sensor. Óbvio, não? Então vamos ver uma situação que você já deve ter deduzido.
Considerando as demais condições iguais, qual filme vai precisar de tempo mais longo de exposição? ISO 100 ou ISO 400? Você deve se lembrar que ISO 100 é menos sensível, logo é ele quem vai precisar passar mais tempo exposto para conseguir a "mesma" (desconsiderando os outros fatores estruturais do filme e levando em conta apenas quantidade de luz) imagem. Lembrando do que vimos anteriormente, a do ISO 100 terá melhor nitidez.
Se é assim, vamos fazer outro experimento e tirar duas fotos. Uma com ISO 100 e outra com ISO 400. Nas duas usaremos o mesmo tempo de exposição, por exemplo, 1/250s (um duzentos e cinquenta avos de segundo). O que acontece? A foto do filme menos sensível (100) ficará mais escura.
Então você acabou de aprender o primeiro parâmetro de controle de exposição. Quanto mais tempo aberto/exposto, mais luz entra. É comum usar entre 1/60s e 1/500s. Tempos mais lentos que 1/60s já começam a requerer uma estabilidade maior da câmera. Tempos pra lá dos 1/1000s (um milésimo de segundo) já podem requerer mais luz, dependendo, é claro, da situação. Você pode estar numa situação de luz abundante e nem sofrer isso.
Outras aplicações, além do óbvio que é controlar quantidade de luz?
a) tempo longo - macros, fotos de coisas estáticas com muita nitidez, aquelas fotos de ruas onde os faróis dos carros marcam o filme são feitas assim. Ou pra dar um leve efeito de movimentação/borrada. Fotos noturnas, e ambientes escuros, de longa exposição como 1 minuto, 2 minutos, 5 até 10 ou mais se faz. Detalhe que aí já se usa ISO baixo (não muito).
b) tempo curto - a coisa que todo fotógrafo iniciante (e profissionais também) já quis tentar fazer. Capturar as asas de um beija-flor paradas! Que tempo vocês acham que seria necessário? Vou dar a dica: 1/1000s é insuficiente. Você vê borrado. Façam o teste num flor perto de você
3) Diafragma
Outro mecanismo que controla a entrada de luz. Além da luz, também influencia a profundidade de campo em foco. Vamos ver o que é isso.
A lente objetiva de sua câmera (Objetiva é a lente que recebe a luz antes de tudo. Ocular é a lente onde você coloca o olho pra ver) é, na verdade, um conjunto de lentes. Uma associação de lentes. Cada uma delas corrige uma coisa diferente. Não vamos entrar nesses detalhes agora. Essa objetiva é um cilindro. Imagino que isso não seja surpresa para ninguém. É como se fosse um tubo de papel higiênico. Ótima analogia. Qual o diâmetro de um tubo de papel higiênico? Vamos supor uns 6cm.
O diafragma vai regular essa abertura. Pode deixar só um circulozinho minúsculo lá no meio ou pode deixar todo o diâmetro da lente aberto (é claro, tem posições intermediárias). É intuitivo concluir que abertura menor passa menos luz e abertura maior passa mais luz. Daí você usa esse parâmetro, junto com os anteriores, para saber como está a sua exposição.
Simples assim. Aberto demais passa muita luz. Aberto de menos passa menos luz. Só que isso vai influenciar outra coisa.
Vocês já sabem que é necessário ajuste de foco para a foto. Vamos ver um exemplo. Você vai fotografar um jogo de ping-pong e está situado atrás de um dos jogadores. Você quer tirar uma foto da rede. Então, vai ajustar o foco para a rede.
a) Se você usar uma abertura muito pequena, além de entrar menos luz, você terá uma profundidade de campo muito grande. Você seria capaz de ter foco (imagem nítida) da rede (óbvio, é pra lá que vc ajustou o foco), e também da extremidade da mesa, até o jogador ficaria nítido
b) Se você usar uma abertura muito grande, além de entrar mais luz, você terá uma profundidade de campo muito pequena. Teria foco na rede mas a extremidade da mesa já estaria embassada. O jogador mais ainda.
Alguma utilidade curiosa pra issO? fotos através de cercas, tipo aquelas de arame quadriculado. O que fazer? Usar uma abertura muito grande. Assim você consegue ajustar o foco para o que está láaaaa do outro lado da cerca. A cerca mesmo estará tão fora de foco que nem aparecerá na foto. É como se ela nem estivesse ali. Sim, isso é possível, tentem.
Também pode usar para dar um certo destaque ao assunto principal da foto. Tipo um rosto com fundo embassado (quanto maior a abertura, mais embassado fica, já que o foco fica restrito a uma região cada vez mais apertada, cada vez mais perto de ser só o rosto em foco).
Dessa forma você já sabe que além do ponto que você focalizou, você tem mais um pouco pra trás e mais um pouco pra frente em foco também. Quanto mais aberto, menor é essa "sobra". Quanto mais fechado maior é essa "sobra". Detalhe: O objeto exatamente focalizado não está no meio exato deste campo. A sobra maior da profundidade de campo está para trás. Para frente ela é menor.
Agora como saber o que é uma abertura grande ou pequena? Esse efeito depende da distância focal da lente que você usa (vamos ver isso daqui a pouco). Uma abertura de 50mm é grande? pra uma lente de distância focal 80mm é. Pra uma lente de distância focal 200mm nem tanto. O que interessa é a razão entre essas duas grandezas: abertura e distância focal da lente. Esse é o número que vocês já devem ter visto por aí.
Se dividirmos a distância focal F pelo diâmetro de abertura D teremos um número F/D = 1.4, por exemplo. Isso significa que a distância focal é 1,4 vezes maior que o diâmetro de abertura. Então como expressar a abertura? Isso é coisa de quinta série, Passa o D pra lá multiplicando e o 1.4 pra cá dividindo.
D = F/1.4 <-- Já viu isso né? O que significa? Significa que o diâmetro de abertura do diafragma é igual à distância focal da lente dividido por 1.4. Isso é um valor bem grande de abertura. O que chamamos, vulgarmente, de lente "clara", já que ela tem a possibilidade de uma abertura grande.
Vamos pegar um exemplo de uma objetiva qualquer. Distância focal 50mm (chamada de objetiva normal). Uma das que eu tenho aqui, por exemplo, da Pentax (não se preocupem com o modelo) vai de F/1.4 até F/22.
Abertura máxima é 50/1.4 = 35,7mm
Abertura mínima é 50/22 = 2,27mm
A abertura máxima dela é bem grande, mas será que esse valor absoluto vale para qualquer lente? 35,7mm?
Vamos pegar uma teleobjetiva de 1000mm de distância focal. Daquelas que se usa em campo de futebol. Nessa objetiva, uma abertura de 35,7mm seria um F/28 mais ou menos. Olha só... 28... 28 é menor que a mínima da nossa lente exemplo. Ou seja, 35,7mm é um furinho pequeno pra uma teleobjetiva de 1000mm. Captaram a idéia? O que interessa é a relação entre distância focal e o diâmtro de abertura. Para termos uma abertura máxima equivalente (F/1.4 também) o diâmtro de abertura precisaria ser 714mm!!!
Opa. Concluimos duas coisas aqui. Uma lente de 70cm de diâmtro. Já viram isso? Não né. Por isso as teleobjetivas não têm aberturas tão grandes assim como F/1.4. Daí vocês também deduzem o motivo para as teleobjetivas serem mais largas que as normais. Mais largas sim, mas 70cm já é demais.
4) Distância focal
Aqui é simples. No nível que pretendo abordar com vocês por enquanto, não tem muita complicação.
Quanto maior a distância focal, mais fechado é o ângulo de visão. Quanto menor, mais aberto. Para fotografias comuns, usa-se normalmente, distância focal de 28mm, 35mm, 50mm... 80mm já começa a dar uma aproximação maior. 125mm é muito comum para retratos de rosto, pro fotógrafo não precisar coloar muito na pessoa.
300mm já está começando a chegar na área das teleobjetivas, é tipo a função de telescópio mesmo. tirar foto de longe. 500mm, 1000mm e assim vai.
abaixo de 35mm já são as grande-angulares. Já viram fotos de quarto de hotel, por exemplo? O cara fica num canto e consegue enquadrar o quarto inteiro. Ângulo de visão muito grande.
Mais baixo ainda são as "olho-de peixe". Aí a imagem já começa a ficar distorcida, redonda. Como se você estivesse olhando através do fundo de uma garrafa.
Aqui entra o "zoom". Zoom é o ato de variar a distância focal, ou seja, "aproximar ou afastar". Existem objetivas de distância focal fixa e objetivas "com zoom", ou seja, que podem variar a distância focal entre um valor mínimo (ângulo aberto) e um máximo (ângulo fechado) .
Coisas a se considerar sobre a distância focal
a) Quanto maior a distância focal mais difícil é o ajuste de foco. Lembra da profundidade de campo? Numa lente de 1000mm (para uma mesma abertura) essa profundidade é mais estreita que numa lente de 50mm. Ou seja, numa teleobjetiva seu ajuste de foco deve ser mais preciso. Do outro lado do campo, você focaliza o nariz do goleiro e a orelha dele fica embassada (exagero ilustrativo didático). Na de 50mm, por exemplo, você pode ajustar o foco grosseiramente (outro exagero ilustrativo didático) porque tem folga pra errar e continuar com seu assunto dentro do campo em foco
b) distância mínima de foco. Quanto maior a distância focal, mais longe você precisa estar do assunto (coisa a ser fotografada). Você pode conseguir, a 1m de distância de uma pessoa, focalizar o rosto dela com uma objetiva de 50mm. Se você trocar para uma de 300mm, por exemplo, essa distância não será suficiente. Você precisará se afastar. Não é tão grave. Afinal, essas lentes são para fotografar de longe mesmo.
,Isso não vale para as lentes macro, que servem para fotografar de perto, mesmo com distância focal próxima dessas aí (50mm, 150mm, 300mm etc). Macro é aquela fotografia onde a imagem impressa no filme/sensor é DE MESMO TAMANHO OU MAIOR que o objeto real. Em todas as fotografias comuns, a imagem é menor. Parte da dificuldade do Macro está na proximidade do assunto. Não se consegue foco muito próximo do objeto com lentes comuns. Daí a necessidade das lentes macro que não vou entrar em detalhes por enquanto sobre o funcionamento delas. Não se enganem com os falsos macros. Imagens ampliadas, mas que em sua geração no filme/sensor eram, ainda, menores que o objeto, ou ainda com uma razão muito perto de 1:1 mas que ainda tem a imagem menor que o objeto real.
Bem. Acho que com isso a gente conclui uma introdução bem básica sobre os principais parâmetros de ajuste rápido para uma fotografia legal. Qualquer dúvida vocês podem postar aqui, reclamar comigo ou o que for. Sugestões também são bem vindas. Depois, se houver interesse, posso entrar em detalhes mais profundos sobre cada coisa (não só as tratadas aqui), dar dicas gerais para situações interessantes, uso de flash e suas diversas (sim tem muitas) possibilidades, tripé, técnicas de iluminação artificial, aproveitamento melhor de iluminação natural, peculiaridades de filme (cor e pb) ou digital etc etc.
Espero que sirva como um bom esclarecimento a quem quiser aprender, e também como estímulo para quem quiser ir mais longe.
Preferi fazer assim superficial primeiro para ser útil aos leigos também. Além do tempo que isso requer. Vejam só o tamanho que ficou só pra fazer uma pincelada geral. hehe
Divirtam-se e lembrem-se: Acima disso tudo aí, é a sua criatividade, percepção visual e sensibilidade artística que fazem uma boa imagem (até mesmo as puramente técnicas, informativas etc).
Veja 10 dicas de fotografia digital

Tirar fotografias não é uma tarefa tão fácil quanto pode parecer. Ahabilidade em fotografar vai muito além de um simples apertar de umbotão. Veja a seguir algumas dicas básicas para melhorar suas fotos.

1) Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto.Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferençapara deixá-la mais interessante.
Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas,como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontosmais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostrampontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou ohorizonte, por exemplo.
2) Flash desnecessário
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar oflash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a fototoda clara, e muito longe, escura.
Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três acinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flashligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.
Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não énecessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do quesuficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças dequem está na sua frente, fazendo sumir o resto.
3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessórionecessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode serusado como preenchimento.
Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz aofundo, como o sol, por exemplo, você pode notar que o sol vai ficarbrilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso oflash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.
4) Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar umretrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando oque vem em primeiro plano.
Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar aatenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto deuma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formarchifres sobre sua cabeça.
5) Retratos
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é,oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode atécortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância épossível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não podeacontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito nomeio.
6) Olhe nos olhos
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criançafique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário paraficar ao nível dela.
7) Fotos verticais
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhasverticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.
8) Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder,aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suascostas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quantadiferença pode fazer um simples passo para o lado.
A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores esuavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.
É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte,tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas eimperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio emfoto 3x4? Eis a resposta.
9) Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou whitebalance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmentebranco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem querfidelidade.
A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por umpequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá umasensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sobdeterminados aspectos.
Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais seadequa ao que você quer.
10) Experimente
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografiaestá na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera,para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configuraçõespossíveis.
A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante éaprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o quequiser.
Fonte: Terra Foto & Cine
Enviado por: Miúda-Foto Clube Pelotas

HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA DIGITAL
Prof. Enio Leite Focus Escola de Fotografia
Introdução:
A crise de 1929 e dos anos subseqüentes teve sua origem no grande aumento da produção industrial e agrícola nos EUA durante a Primeira Guerra Mundial, uma vez que o mercado consumidor, principalmente o externo, representado pelos países em guerra na Europa e pelos da América Latina, tradicionais consumidores dos produtos europeus, conheceu ampliação significativa.

A partir de 1925, apesar de toda euforia reinante, a economia norte-americana começou a enfrentar sérios problemas:Enquanto a produção industrial e agrícola cresceu num ritmo acelerado, o aumento dos salários foi muito lento. A conseqüência progressiva da mecanização da indústria e da agricultura foi o desemprego que aumentou de modo preocupante.

Os países europeus recuperando-se dos prejuízos de guerra os levou a comprar cada vez menos dos EUA e a concorrer com eles nos mercados internacionais.

Por falta de consumidores internos e externos, começaram a sobrar grandes quantidades de produtos no mercado norte-americano, configurando-se, assim, uma crise de superprodução. Diante disso, os agricultores viram-se obrigados a armazenar cereal. Para tanto, tiveram que pedir empréstimos bancários, oferecendo suas terras como garantia de pagamento, o que muitas vezes os levou a perdê-las. Os industriais, por sua vez, foram forçados a diminuir o ritmo da produção e, conseqüentemente, a despedir milhares de trabalhadores, aprofundando a crise.

A pesar da crise galopante, os pequenos, médios e grandes investidores continuaram especulando com ações. Comercializavam esses papéis por preços que não condiziam com a real situação das empresas. Enfim, agiam como se a economia do país estivesse saudável. Entretanto, como era de se esperar, chegou o momento em que a crise atingiu a Bolsa de Nova Iorque, um dos importantes centros do capitalismo mundial. Refletindo a real situação das empresas, os preços das ações começaram a baixar. Os acionistas correram para tentar vendê-las, mas não havia quem quisesse comprá-las. Em 29 de outubro de 1929, havia 13 milhões de ações à venda, mas faltavam compradores. O resultado foi que os preços das ações despencaram, ocorrendo o crash (quebra) da Bolsa de Valores de Nova Iorque. Com isso, milhares de bancos, indústrias e empresas rurais foram à falência e pelo menos 12 milhões de norte-americanos perderam o emprego. Abalados pela crise, os EUA reduziram drasticamente a compra de produtos estrangeiros e suspenderam totalmente os empréstimos a outros países. Assim, a crise propagou-se rapidamente por todo o mundo capitalista. Os Estados Unidos retomam a sua estabilidade econômica, durante a Segunda Grande Guerra Mundial.

A crise de 1929 fez com que os futuros investidores refletissem melhor, sobre o que fazer nas próximas décadas. Novos institutos de pesquisas econômicas foram criados para projetar e avaliar a conjuntura econômica mundial do próximo milênio. A corrida espacial norte-americana e os investimos na tecnologia digital são exemplos concretos disto.Os Estados Unidos, durante segunda grande guerra mundial já havia testado exaustivamente a digitalização nas comunicações por meios de mensagens criptografadas para táticas bélicas e serviços de contra espionagem.

DIGITAL, MERCADO ESTÁVEL
A fotografia digital, como todas as novas tecnologias, é embrionária da Guerra Fria, mais especificamente no programa espacial norte-americano. As primeiras imagens sem filme registraram a superfície de Marte e foram capturadas por uma câmera de televisão a bordo da sonda Mariner 4, em 1965. Eram 22 imagens em preto e branco de apenas 0,04 megapixels, mas que levaram quatro dias para chegar à Terra.Mariner 4 Foto da atmosfera terrestre, Marimer 4
Foto da superfície do planeta Marte, Mariner 4;
Fonte: Google.

Ainda não eram “puramente digitais”, já que os sensores daquela época capturavam imagens por princípios analógicos televisivos. A necessidade dessa nova invenção se justificava da seguinte forma: ao contrário das tradicionais missões tripuladas, onde os astronautas retornavam à Terra para revelar os filmes (as famosas fotos da Lua, por exemplo), as sondas que sumiriam para sempre no espaço precisavam de uma forma eficaz de transmitir suas descobertas eletronicamente.

O propósito da época era investir em bem de consumo estável para o próximo milênio, justificando a nova demanda pela estabilidade política capitalista.

As primeiras fotos são de 1965, mas a Mariner 4 foi lançada ainda em 1964. Neste mesmo ano, os laboratórios da RCA criavam o primeiro circuito CMOS, sem ter a menor idéia de que um dia este seria a base das primeiras câmeras digitais. Já o CCD, primeiro tipo de sensor usado na fotografia digital, foi inventado em 1969, nos laboratórios Bell. A primeira versão comercial chegaria ao mercado em 1973, obra da Fairchild Imaging. Batizado de 201ADC capturava imagens de 0,01 megapixels.

Em 1975, a Kodak apresentaria o primeiro protótipo de uma câmera sem filme baseada no sensor CCD da Fairchild. O equipamento pesava quatro quilos e gravava as imagens de 0,01 megapixels em fita cassete – uma a cada 23 segundos! No ano seguinte, a própria Fairchild, por sua vez, colocaria no mercado sua câmera de CCD, a MV-101 – o primeiro modelo comercial da história.

A primeira câmera digital seria a Fairchild All-Sky Camera, um experimento construído na Universidade de Calgary, no Canadá, a partir do sensor 201ADC mencionado acima. Diferente de todos os outros projetos de astrofotografia da época, quase todos baseados nesse mesmo sensor, a All-Sky tinha um microcomputador Zilog Mcz1/25 para processar as imagens acopladas, o que lhe renderia o título de “digital”.

Apesar do pioneirismo da Kodak e da Fairchild, quem daria às câmeras sem filme (ainda não digitais) o status de produto de consumo seria a Sony, que em 1981 anunciaria sua primeira Mavica, com preço estimado em US$ 12 mil. O protótipo, de 0,3 megapixels, armazenava até 50 fotos coloridas nos inovadores Mavipaks, disquetes de 2 polegadas precursores dos de 3½ atuais, também inventados pela Sony. Suas imagens, entretanto, eram similares às imagens televisivas estáticas.

Mas a segunda revolução, ainda segundo a PMA, (Phorography Marketing Association, Estados Unidos) aconteceu durante o ano de 2003, quando, pela primeira vez, a penetração das câmeras digitais superou os 22% das residências americanas (patamar a partir do qual um produto é considerado “de massa”), chegando a 28%. No ano passado, atingiu 41%, o que leva a crer que, neste momento, há uma câmera digital em mais da metade dos lares norte-americanos.
No mesmo ano, as câmeras digitais também fizeram uma outra conquista significativa: passaram a ser mais usadas pelas mulheres do que pelos homens – o que terá um grande impacto no mercado de revelação. Entre 1999 a 2003, houve um salto de 46 para 53% de usuárias femininas de câmeras digitais.

Ao mesmo tempo em que crescem as vendas, cresce a resolução dos modelos mais populares. Em agosto de 2005, a fatia mais disputada do mercado foi a das câmeras de 5 megapixels, responsável por 39% das unidades vendidas e 38% da receita. A segunda faixa mais popular, constituída pelos modelos de 4 megapixels, respondeu por 30% das câmeras vendidas, mas apenas 19% do faturamento – quase o oposto do segmento de 7 ou mais megapixels, com 14% das unidades e 29% da receita.

Para efeito de comparação, a PMA revela que no início de 2005, os modelos mais populares eram os de 4 megapixels, posição que um ano antes, era ocupada pelas câmeras de 3 megapixels. Em compensação (e provavelmente por causa disso), os preços vêm caindo rapidamente: as câmeras de 5 megapixels queridinhas dos consumidores, por exemplo, devem ficar 12% mais baratas até o fim do ano (em relação aos preços de agosto, nos Estados Unidos).

Aqui no Brasil, conforme a Revista Info Exame, edição de abril 2005, o crescimento da fotografia digital foi de 160% em 2004, atingindo um milhão de unidades vendidas, com uma penetração ainda irrisória, de apenas 3%, segundo o IDC. Não se sabe se esses números consideram o mercado informal e as câmeras trazidas legalmente por viajantes internacionais, mas o fato é que ainda há muito espaço para crescer.

As conseqüências do aumento do número de câmeras, mudanças ainda mais radicais vêm acontecendo no mercado de filmes (em franca desaceleração) e revelação (em processo de adaptação), onde sempre se concentraram os maiores lucros do setor. Não é à toa que mega-empresas como a Kodak estão tendo que se reinventar e outras, como a tradicional Agfa, estão fechando as portas em dezembro de 2005.

CONCLUSÃO:
As novas tecnologias não foram desenvolvidas pensando em preservar. O que existe é apenas uma corrida tecnológica, tendo o lucro como objetivo principal. O reflexo disto são os constantes recalls feitos pelos fabricantes para substituição de chips, atualização de firmwares e demais componentes.

Por enquanto, a imagem digital veio para ficar. Não para substituir o que já foi conquistado, mas para facilitar a nossa vida, agregando novos valores. Portanto, é mais uma técnica, um recurso de linguagem que devemos aprender e usufruir em todos os seus aspectos. A despeito de toda esta tecnologia, podemos prenunciar que a "fronteira final da fotografia" ainda não foi atingida e a boa imagem fotográfica, independente da ferramenta ou mídia utilizada, ainda demanda luz, sensibilidade e intelecto criativo do fotógrafo.

Mas, muito em breve essas formas de representação bidimensional serão gradativamente substituídas pela próxima revolução: holografia e hologramas.
CRONOGRAMA:
1920 - início da transmissão de imagens Londres/Nova York pelo cabo submarino - 3 horas.
1957 - Russel Kirsch, NBS - “escaneou” a primeira imagem e introduziu em um computador.
1964 - NASA-Jet Propulsion Lab. Receberam as primeiras imagens enviadas pelas câmeras da Mariner 4.
1981 - Sony introduz no mercado mundial a Mavica.
1981 - IBM apresenta sistema operacional MS-DOS.
1984 - Apple introduz os computadores Macintosh.
1985 - Thunderscan e MacVision - scanners de baixa resolução e baixo custo.
1986 - placas TrueVision /Targa -imagens coloridas.
1987 - Macintosh II - 16,7 milhões de cores no monitor.
1988 - novos periféricos para Mac: slides printer, scanners para cromos 35 mm, impressoras coloridas, ImageStudio-soft para manipulação de imagens P&B, etc.
1989 - arquivos JPEG são adotados com padrão. Microsoft inicia o Windows 3.0.
1990, 29 de novembro. Guerra do Golfo.
1991 até hoje. Aparecimentos de diversos modelos avançados de câmeras digitais: SinarScitex - PhaseOne - Dicomed - Kodak / Nikon, Canon, Epson, etc.

09 junho 2008

de Susy Alam



Mostra Fotográfica de Suzy Alam




Após dia 12, confira a exposição "La Dolce Vita" na Fenadoce (no espaço da "Cidade do Doce").
Trata-se de ensaio fotográfico que conta com 20 fotos coloridas, onde se retratam diferentes "tipos" de rostos femininos, degustando os saborosos doces de Pelotas.
Suzy diz que a idéia foi explorar de forma criativa e harmoniosa, o contraste entre as formas e cores dos doces, em contraponto com rostos femininos de diferentes estilos e produção. Escolhipara fotografar, modelos que "lembrassem" e conseguissem personificar esses diferentes biótipos ou personagens femininos. Para isso busquei inspiração tanto em figuras do cotidiano, quanto na ficção e na arte cinematográfica (góticas, emos, fadas, ciganas, índias, etc). O título da exposição tem origem num filme de mesmo nome do cineasta Federico Fellini, mas no contexto desse ensaio fotográfico, ele configura-se como uma metáfora e faz alusão ao prazer de viver e à "doce vida" de quem pode degustar os doces tradicionais de Pelotas no seu dia-a-dia.



02 junho 2008


Doze dicas para utilizar com cuidado seus cartões de memória
By Techfotos
Criado 11/13/2007 - 11:21
Aqui estão 12 dicas de como usar e cuidar de seus cartões de memória, preservando a imagem fotográfica e seu trabalho durante uma saída fotográfica ou um projeto para um cliente.

1. Imagens que apagam acidentalmente? Pare de fotografar! Se você tiver um desastre e acidentalmente apagar as imagens ou receber uma mensagem de erro sobre o cartão, pare de utilizar o cartão de memória imediatamente. Nem tudo é perdido durante estes episódios, e existem ferramentas no PC que permitem a recuperação dos dados já gravados. Se você continuar a utilizar seu cartão mesmo assim, as chances são que você irá sobrescrever o que existe lá, e ainda perder novas imagens.
2. Exclua as imagens no seu computador e não na câmera Apagar as imagens do seu cartão enquanto o cartão está em sua câmera, pode realmente prolongar o tempo de vida de seu equipamento. A regra é que quanto menos você mexer com dados diretamente no cartão, melhor. Passar as imagens para o computador e depois limpar o cartão significa executar apenas 1 ciclo, em vez de vários ciclos necessários para gravar e apagar as imagens individualmente. Lembre-se que a vida útil de um cartão é medida em ciclos!
3. Remover os cartões do computador sempre usando a função “remover com segurança” Após o upload imagens para o seu computador, certifique-se de seguir o procedimento adequado para ejetar o cartão antes de removê-lo do seu leitor de cartões. Este procedimento indica aos dispositivos que a “conversa” entre os dispositivos terminou, fechando as sessões e evitando erros futuros de arquivo.
4. A união faz a força
Utilizar mais de um cartão quando se fotografa é melhor do que usar um só cartão com uma grande capacidade. Isto significa em termos práticos, que se um cartão der problema, você tem outros para fotografar, e suas imagens não serão totalmente perdidas. Além disso, cartões de grandes capacidades (8GB em diante) tendem a dar mais problemas devido ao tipo de formatação de arquivos necessária para seu funcionamento.
5. Evite “encher” seus cartões completamente
Não se sabe ao certo o motivo, mas em algumas marcas de cartão, enche-los até o máximo da capacidade normalmente ocasiona erros de leitura, principalmente nas últimas fotos. Alguns entendidos explicam que a câmera somente tem o calculo exato do tamanho da imagem depois de fotografá-la, e se o cartão estiver em seu limite, somente parte da imagem será gravada, e você perderá informações.
6. Formate seus cartões periodicamente
É importante fazer periodicamente uma formatação de seu cartão, preferencialmente na máquina em que será utilizado. Isto irá limpar todos os dados, imagens, arquivos no cartão e configurá-lo novamente para a câmera, prevenindo erros futuros. Formatar os cartões em sua câmera é muito importante, pois cada equipamento tem uma estrutura de arquivos diferentes. Se você usar um cartão formatado em uma Canon na Fuji, mais cedo ou mais tarde você terá erros. Se isto acontecer, faça a formatação do cartão na nova câmera.
7. Mantenha sua câmera desligada durante a remoção do cartão
Como existe transferência de informações e principalmente corrente entre a câmera e o cartão, sempre que possível remova o mesmo somente com a câmera desligada. Isto previne descargas de energia desnecessárias, problemas com estática e até perda de informações.
8. Mantenha sua câmera sempre atualizada
Os fabricantes de câmeras sempre colocam a disposição firmwares (atualizações) de tempos em tempos. Mantenha sua câmera sempre atualizada, pois muitas vezes estes firmwares servem para corrigir problemas de desenvolvimento e de comunicação com os cartões.
9. Troque de cartões periodicamente
Mesmo com o grande aumento da vida útil dos cartões, é sempre bom substituí-los após o uso intensivo. Com os preços em queda, esta tarefa não é mais tão onerosa.
10. Não desligue a câmera logo após uma foto
Isto é muito útil para aquelas pessoas que gostam de usar a câmera tirando múltiplos frames por segundo. Logo após tirar uma foto, a câmera leva um tempo entre a captura e gravação completa dos arquivos. Se você desligá-la de forma apressada, você pode interromper a gravação dos arquivos, que ficarão corrompidos. Além disso, a câmera pode “zerar” as datas e horas, fazendo com que as fotos sejam sobrepostas.
11. Manutenção
Mantenha seu cartão seco e limpo, não exponha a temperatura extrema, não deixe cair, não dobre ou fure. Cuidado com imãs. Regras básicas que devem ser lembradas a todo o momento. A Conservação de cartões que não estão em uso deve ser feita com um invólucro plástico, para proteção extra.
12. Prepare-se para perder o seu cartão Cada vez mais reduzidos, as chances de perder seu cartão são grandes. Não desanime. Identifique o cartão com seus dados (se ele for muito diminuto, o conselho que eu vi é sempre fazer a primeira foto de seu cartão de visitas). Se alguém honesto encontrar, as chances são de recuperação.
Adaptado e traduzido do artigo original da Photography School

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